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10 de abril de 2014

Minimalismo - o começo

Meu ponto de partida se foca muito no impacto ambiental, não quero  mais ser aquela pessoa destruidora do planeta com meus hábitos consumistas. Primeiro foram cosméticos verdes e agora nos objetos da casa.


Tudo começou com o planejamento para a nova casa que irei morar e ao ver o espaço que tinha para a cozinha, confesso que entrei em pânico, já me via de mau humor rogando praga no arquiteto que projetou o espaço... com o passar do tempo fui vendo possibilidades - mas a real ficha caiu: eu simplesmente não preciso de algo maior, pois se planejar bem as compras e pensar dez vezes se aquilo que planejo comprar será útil, tem como viver bem.

A casa da minha mãe tem três andares, então eu tinha é espaço para as coisas, coisas estas digamos que no minimo 40% eram desnecessárias e que gerava muitas brigas com ela com TOC de arrumação e digamos minimalista por natureza, era uma relação muito dificil ,álias frisa-se bem o era, pois depois de 5 anos de terapia, entre elas aromaterapia em tempo integral e paralelamente três anos de constelação familiar sistêmica, que me mudou em vários aspectos eu  simplesmente perdi a vontade de impor minha presença através das coisas, chamar a atenção querendo amor, não que ela não amasse, mas tendo uma educação mais rígida e as vezes aos berros,pois foi isso que aprendeu com sua mãe e hoje eu entendo.

Hoje vejo que uma das formas de chamar a atenção era através das minhas coisas que eu impunha por toda a casa, muitas delas não sinto a mínima falta e estão espalhadas nos três andares... Isso aos poucos estou separando, o que levo comigo e o que é dispensável, mesmo porque, não cabe numa casa com 1/4 do tamanho da atual... são as coisas ou nós...

E hoje vejo que a compulsão por compras era uma forma de tapar buracos emocionais imensos, como por exemplo a morte de uma tia querida...  já houve a fase em que tentei tapar o buraco com tijolinhos de estojo de make e argamassas de cremes diversos... vindo para o lado verde da força, isso acabou, mas continuei nas roupas.

Não posso dizer que não vou comprar nada, mesmo porque montar uma casa requer equipá-la, e graças aos céus tenho a chance de ter uma tela em branco e pintar, desta vez da forma minimalista.
Vejamos como será essa empreitada.
Sei que esta é uma caminhada longa e que estou firme na intenção de seguir.

8 de abril de 2014

E você precisa mesmo de Coisas novas?

A experiência de estar me mudando para uma cidade nos arredores de SP me fez refletir muito no meu maior ponto falho hoje: roupas!
Já chegou a ter um debate sobre isso de como as pessoas criam 'necessidades de consumo artificiais' - no caso dos cosméticos o maior gerador de consumo que eu vejo nos blogs convencionais é o tal do cronograma capilar, que quem veio para o lado verde da força concorda que não funciona... álias ele só funciona por maquiar o cabelo com petroquímicos e silicones, pois sim - as fórmulas dos mais indicados para o cronograma era tão somente isso... quando isso chegou no auge, acabei sendo inserida num grupo do facebook, enquanto estava tentando liquidar com o que tinha em casa, incluso produtos Kerastase, que basicamente era parafina e silicone...  caso você que estiver lendo isso agora seja do mundo convencional, nenhuma moça que troca idéias comigo  sobre cosméticos naturais e orgânicos concorda que cronograma capilar funciona, e que uma simples umectação com óleo de coco substitui a mais cara das máscaras do mercado - e tudo isso sem poluir o planeta...

E ainda no setor de cosméticos: ter vindo para o lado verde da força me forçou a consumir o extremamente necessário, uma que a validade dos cosméticos é menor e outra que com os correios brasileiros sendo super eficientes #sqn me faz pensar dez vezes antes de comprar, e a própria dificuldade de encontrar bons produtos- então pelo menos nos cosméticos cheguei a um patamar de consumo consciente, amém!

Voltando ao meu ponto falho, as roupas - acredito que eu realmente caí no consciente coletivo paulistano, cujo modelo de como você é definido é pelo modo que você se veste... que eu tenho o guarda roupa entupído, sim tenho... e outra coisa que eu fazia é comprar por achar lindo, ou ter um modelo com decote quadrado e ter outro em V (oi:?)

Então me deparei com este quadrinho sensacional no FB que quebrando minhas regras de não postar conteudo alheio, o farei - pois está sensacional. E sim estou postando a fonte, recomendo pra todo mundo - Quadrinhos ácidos, fanpage aqui e site aqui. (álias se você quer postar conteúdo alheio é o mínimo do bom senso você citar a fonte).

Pois bem, me deparo com essa da TV, aqui em casa, na sala ainda há uma TV de tubo  que já tem mais de 10 anos e funciona perfeitamente graças ao advento do cabo, concluimos que não precisávamos de uma nova, o mesmo valeu para o espremedor de laranja e batedeira...

Quanto as roupas, caí num choque de costumes gigante quando fui almoçar no shopping da cidade  que vamos nos mudar - gente, ali o povo anda de bermuda e chinelo e tá tudo certo, só em SP existe essa 'necessidade' de se montar pra ir ao shopping, eu me senti completamente deslocada com uma camisa vermelha e um legging simples - mas o conjunto da obra ficou muito chamativo.

O que recaí na mesmissima conversa que tive com a Fefa - ela sendo carioca, ao vir pra SP notou mesmo que aqui as pessoas andam mais arrumadas e que no Rio as pessoas se vestem com o que der na telha... fato!
Então ao longo dos anos, crendo nessa necesidade artificial de estar sempre montada, acumulei roupas que realmente não cabem no meu guarda roupa do quarto e tive que ocupar o guarda roupa do corredor, e se for ver bem, eu não consigo usar 2/3 daquilo.

Sendo asssim,  acho que o universo me aprontou uma lição das boas: meu consumo de vestiário estava sobrecarregando o planeta! Pois além de tudo isso já relatado, mudarei para uma casa com 1/4 de espaço que tenho em relação a atual - ou seja, terei que rever cuidadosamente o que realmente é necessário e me desfazer do excedente.

Não seria mais facil ser minimalista desde sempre? Desde cosméticos até as roupas? Mas ser humano geralmente aprende com uma dura na vida, e eu não sou diferente, pelo menos aprendi e realmente estou adorando esse novo desafio, ser minimalista!
Caso você esteja dentro dessas duas esferas de consumo do universo feminino, que tal parar pra pensar? O planeta agradece!

7 de abril de 2014

O sonho da casa própria


minha casa!

Finalmente as chaves da nossa casa foram entregues! Weee!
Agora começa a saga da mudança, confesso que eu surtei me imaginando morar em 58m2, quando morei a vida toda numa casa bem grande, sobrado com quintal e salão de festas, criando um 3. andar, um subsolo.

Essa é a casa da minha mãe, que por vontade, pediu pra que morassemos com ela quando casamos, por ser viúva ela não queria morar sozinha, que depois ela decidiu voltar para a terra dela, ficando praticamente 20 dias por mês por lá.
Então a maioria das coisas já era da casa.

Me bateu um desespero imenso, tipo: onde vou colocar todas as coisas?! Mesmo sendo boa parte da casa, eu acumulei muita coisa, entre os maiores problemas são roupas, que por ter dor crônica, sendo Vata que sofre demais com o frrio, tenho muita roupa pesada, casacões 7/8 , botas e todo tipo de roupa.
Depois o arsenal de artesanato, que por 2 anos vivi disso, caixas de cartonagem forradas com tecido, então o subsolo virou meu atelier, com muitos tecidos, fitas, papel paraná, tesouras...

Por fim, nos últimos 3 anos, ingressando no mundo natural, comecei a estudar aromaterapia, aprendi a fazer sabão, comprei dezenas de livros que se juntaram aos de auto-ajuda, doutrinas religiosas, psicossomática.
Comprei utensilios, eletrodomesticos, dezenas de óleos essenciais, vegetais.

Então meu grosso é isso, só quero ver como lidar com tantas coisas em um espaço 1/4 menor do que tinha disponivel.
Vou contando como estou lidando com isso.


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