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28 de outubro de 2013

Desabafo de uma cobaia da industria farmacêutica...

... e digo isso pois de fato, o medicamento que usei ainda está na 4. fase de testes ou farmacovigilância - aquela que é liberado para a venda ao cliente e vai se analisando os efeitos adversos, caso aconteça um volume maior de efeitos colaterais do que os benefícios reais, a medicação é retirada do mercado - como já aconteceu com um antiinflamatório- o Bextra. Não usei mas um ex namorado foi medicado meses antes de ser retirado do mercado...

Leram bem isso?! Você paga pra indústria farmacêutica te fazer de cobaia!
O que eu tenho é dor crônica, que desde que me propus a saber o que era isso, já que fiquei pulando de médico em médico até conseguir um diagnóstico e até ter um tratamento paliativo com medicação. Fui lendo muito sobre formas alternativas de tratamento... Até chegar a conclusão de que a alopatia e a medicina moderna, não sabem lidar com o que nos torna humanos - nossas emoções e feridas abertas desde a infância.




Voltando a eu ser uma cobaia - eu já sabia que esse medicamento tinha efeitos colaterais absurdos e eu me recusei a tomar dois anos atrás quando o médico sugeriu... ..ter aceito tomar foi uma medida desesperada, por mais que eu saiba que a cura não está nele...

Acontece que este medicamento está na 4. fase, já que foi lançado no mercado há uns 5 anos. Se alguém lesse a bula dele, pensaria dez vezes antes de tomar...

Pra quem não sabe como um medicamento chega no mercado:
1 - Antes de ser testado no animal, o medicamento passa por testes invitro, a fim de verificar toxicidade ou se  pode gerar mutações nas células
2- É testado em roedores e cachorros, quase sempre beagles
3- Nas cobaias, os testes serverm pra determinar a toxicidade, assim como a permanência no organismo
(além de milhares de outras variáveis que a excelente revista não citou...)
4- Depois dos testes, roedores são sacrificados e cães passam por processo de reabilitação para serem adotados
5- Depois de atestado a segurança, passa para otestes em humanos, o que é chamado de pesquisa clínica.

Estes dados são da revista Veja de 30 de outubro - o que faltou a revista citar, já que  que teve a capacidade de tentar convencer seus leitores de que sim, é preciso testar em animais para o bem da humanidade é que existe a fase posterior, que é colocado no mercado, como bem citado no documentário Não matarás - clica aqui.
E como sei disso?! Tenho um marido farmacêutico que graças aos céus lida com equipamentos e burocracia da Anvisa - mas tem vários amigos atuando na tal pesquisa clínica - essa mesma que liberou esse medicamento pra uso humano.

Pois bem, cinco dias tomando essa medicação e eu fiquei totalmente louca - a ponto de quase destruir meu casamento,apresentei a maioria dos efeitos colaterais citados na bula. Sabe o que foi que parou a espiral destrutiva que me encontrava?! Spray de um óleo essencial (que graças aos céus tenho mais de oitenta OEs, frutos da vontade de estudar e testar em mim seus efeitos)- passado pela aromaterapeuta e pasmem, um farmacêutico desesperado orando... não foi a ciência nem a medicina.

Agora fica a pergunta - como uma medicação como essa é liberada no mercado e determinada segura para uso humano? Quem contou as dezenas de efeitos colaterais dessa droga não foram camundongos ou beagles - mas seres humanos na pesquisa clínica. Portanto adiantou ter matado centenas de ratos e torturado outras centenas de beagles?!
Não, não adianta testar medicação pra dor em bichos, pelo simples fato deles não saberem mensurar dor, que álias nenhum médico por mais competente que seja não consegue avaliar dor...

"Se um pesquisador propusesse testar um medicamento para idosos utilizando como modelo moças de vinte anos; ou testar os benefícios de determinada droga para minimizar os efeitos da menopausa utilizando como modelo homens, certamente haveria um questionamento quanto à cientificidade de sua metodologia. 

Isso porque assume-se que moças não sejam modelos representativos da população de idosos e que rapazes não sejam o melhor modelo para o estudo de problemas pertinentes às mulheres. Se isso é lógico, e estamos tratando de uma mesma espécie, por que motivo aceitamos como científico que se teste drogas para idosos ou para mulheres em animais que sequer pertencem à mesma espécie? "
Sérgio Greif, Biólogo do grupo VEDDAS, em São Paulo (SP), mestre em Alimentos e Nutrição, co-autor do livro "A Verdadeira Face da Experimentação Animal: A sua saúde em perigo" e autor do livro "Alternativas ao Uso de Animais Vivos na Educação: pela ciência responsável". - vide texto completo aqui.

Tudo isso me aconteceu exatamente ao mesmo tempo em que os ativistas retiraram beagles e coelhos do Instituto Royal, ao mesmo tempo em que as mídias de massa tentaram convencer a população de que precisamos testar em animais.
Ao assistir ao documentário Não matarás, marido chegou numa conclusão bem parecida com o que este biológo disse: A única solução para o fim dessas atrocidades é pagar humanos para fazer os testes" - partindo do príncipio de que estes animais também são pagos e que não alcançam resultado satisfatório simplesmente porque o organismo e um fator crucial, o emocional inerente a humanos - não se encontra em bichos.
Voltando a esse medicamento quase criminoso - se fosse testado logo de cara em humanos, ele seria liberado frente a efeitos colaterais tão perigosos?!

Portanto, minha conclusão é de que de nada adianta testar medicação em animais, pois antes eu era contra somente testes de cosméticos, agora também sou contra a testar medicação.

E se por acaso você estiver lendo esse post, pare pra pensar se a medicina e a indústria farmacêutica é a única saída para as doenças.
Se assim fosse, não existiria autores como Louise Hay que se curou sozinha de um câncer praticamente revendo seus pensamentos e emoções. Se assim fosse não existiria terapeutas ou a minha aromaterapeuta, que praticamente me salvou dessa medicação...

Ah sim... já parei de tomar o tal e voltei a pesquisar sinergias de óleos essencias para dor...


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