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31 de julho de 2013

Aromaterapia | O poder antisséptico dos óleos essenciais

Está havendo um abuso de antibióticos e substâncias químicas antissépticas, como o triclosan, que neste caso além de ser nocivo à saúde, também ameaça a vida aquática, como dito aqui.

Na época de Pasteur, micróbios, germes e vírus eram sempre culpados por qualquer doença. Diante disso, os primeiros estudos dos óleos essenciais tinham em vista encontrar propriedades anti-sépticas.
Em 1887 Chamberland estudou a ação dos óleos essenciais de orégano, canela e botões de cravo.



Estudos de Rideal e Walker e também de Kelner e Kolber, propunham diferentes métodos para medir o poder antisséptico dos OEs - no contato direto ou em estado gasoso.
Em 1979 foram publicados estudos no Traité de Phyrothérapie et d'Aromathérapie, vol 3 - referentes ao aromatograma, idealizado pelo Dr. Maurice Giralt - uma ferramenta útil para prescrição e diagnóstico.

Girault, um ginecologista e obstetra vinha estudando os efeitos dos OEs e tinturas, associados a outras terapias naturais. No aromatograma foram testados secreções vaginais em contato com vários óleos essenciais para determinar qual deles é mais eficaz contra microorganismos nocivos.


O método passou a ser utilizado em várias doenças infecciosas e sendo usado por vários médicos, pela vantagem de testar germes reais, de seu local real em pacientes reais.
Estes diversos métodos de análise do poder germicida dos OEs validaram cientificamente a aromaterapia.
Foi possível a compreensão da ação deles nos microorganismos:
- inibem algumas funções metabólicas como crescimento e multiplicação e por fim os destroem.

Porém a parte mais digna de tudo isso é que diferente dos antibióticos e substâncias químicas, os microorganismos praticamente não impõe resistência aos óleos essenciais.
Pesquisas recentes a respeito indicam que o fenômeno é visto, porém em nível muito menor do que encontrado nos antibióticos, dessa forma, o combate a infecções pode ser mais eficiente, reduzindo a necessidade de uso de medicação, cujo uso excessivo pode favorecer o aparecimento de superbactérias.
A septicemia é uma infecção generalizada por todo o corpo causada por bactérias que infectam o sangue, e uma das causas do organismo não reagir aos medicamentos é justamente a criação de bactérias resistentes pelo uso indiscriminado de antibióticos.

A lógica dos óleos essenciais é compreensível por terem uma estrutura mais complexa e são produzidos pelos mecanismos de defesa da planta.
Por isso ao invés de tomar um antibiótico qualquer ou sair usando sabonete de triclosan - que também contribui para o desenvolvimento de super bactérias, tente estes óleos ou sabonetes naturais que os contenham:



Atente para as legendas e recomendações de uso:
Lembre-se: faça sempre o teste de sensibilidade, certos OEs podem dar reações adversas. Os únicos óleos que são seguros para usar na pele sem diluição são lavanda e tea tree, no entanto não exclui teste de sensibilidade.
Vale dizer que é recomendável o rodízio de óleos essenciais para o organismo descansar e também para não saturar o OE, ou seja suas propriedades deixarem de fazer efeito no corpo.


IMPORTANTE: Este post tem caráter informativo, não substitui consulta com naturopata ou aromaterapeuta de confiança.
O blog não se responsabiliza pelo uso incorreto e dosagens inadequadas dos óleos essenciais
 
Fontes:
Terra Flor aromaterapia
Aromaterapia - A cura pelos óleos essenciais/ Marcel Lavabre
 


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